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O PORTUGUÊS OU ESCRAVOS DA ESPERANÇA


No momento de se cadastrar para a campanha do Brasil na II Guerra, Zé Ceará escolhe ser Soldado da Borracha, pois vê nisso maiores probabilidades de poder enricar. O fato de ser alfabetizado e saber aritmética muito contribuiria para conseguir o seu objetivo. Vai para o Acre onde é colocado no seringal Esperança, de propriedade de um português que convida Zé para ser o seu gerente do armazém dispensando-lhe certas regalias e companheirismo criando um terreno propício para a amizade, mas que a ganância de Zé pode vir a por em risco.
Este romance obteve o Prêmio Edmundo Bettencourt - Prêmio Literário Cidade do Funchal/2002. Madeira, Portugal.
Editado pela Campo das Letras, Porto, Portugal, em 2003.






Gunther Schuller, detective particular com a carreira em declínio, é contratado por um padre ganancioso para seguir a pista que supostamente os levaria a encontrar partituras perdidas de Bach. Mas a aventura que se inicia com a transposição do Muro desemboca noutra que considerar assustadora é pouco...
E muito mais não se pode dizer, apenas que os autores se basearam na História do compositor para convidar os leitores a uma verdadeira ginástica literária, numa Fantasia prenhe de esperança num mundo sem muros.
Editado pela Teorema, Lisboa, Portugal, 2004
Vencedor do Prémio Fnac/Teorema 2004





Os problemas socio-económicos da Amazónia e o período conturbado da ditadura militar no Brasil, através dos sentidos e sentimentos de uma onça.

Um estudante português sobrevive à queda da avioneta que o levava para longe das questões políticas em que estava envolvido. Arrasta-se até a uma aldeia Kaxinauá. Cuidam de sua perna partida. Dão-lhe o nome de Mäi Yushî e abrigam-no até ao dia em que ele opta por embrenhar-se na mata em busca de uma maior segurança.

Um filhote de onça afasta-se da mãe morta e chega à aldeia. Devido a um defeito na perna que o faz mancar, os Kaxinauás acreditam ser a encarnação do anterior hóspede e também lhe chamam Mäi Yushî. Alimentam-no e protegem-no até a aldeia migrar forçada pela construção de uma rodovia. Sozinho e sem a necessária destreza para a caça, procura a proximidade das cidades. Ao descobrir os perigos que isso acarreta, refugia-se na selva.

Dá-se o cúmplice encontro dos dois na luta pela sobrevivência.

Ganhador (em ex-aequo) do Prémio Paulouro, da Câmara Municipal do Fundão. Fundão, Portugal, 2007.

Editado pela Teorema, Lisboa, 2007.





No Portugal setecentista, Beiraldo Alma foi criado como bicho, sem conhecer outra linguagem que não fossem os sons musicais, dom que o maestro Carlos Seixas tratou logo de aprimorar assim que o conheceu e tornou-se para além de seu professor, seu amigo e confidente, a quem ele recorria para qualquer assunto, tratado sempre com perguntas e respostas musicais. Com a morte do Professor, Beiraldo viu-se perdido. Sem quem o orientasse, deixou a vida levá-lo pelos meandros das paixões amorosas e das lutas pela sobrevivência até encontrar-se com algo que lhe deu sentido para a vida. 

A vida, venturas e desventuras de Beiraldo Alma, herói picaresco, no Portugal barroco dos finais do século XVIII. Enjeitado à nascença, criado como bicho, acorrentado ao borralho, fez da música o seu único meio de comunicação. Vendido como escravo, a fazer exibições na praça pública, até que o destino o libertou através da música de Bach, Scarlatti e Carlos Seixas, seu mentor e confidente. 

Romance histórico, drama épico, conto de fadas ou, simplesmente uma história de amor que nos leva a uma Lisboa pouco conhecida, anterior ao Grande Terremoto, quando Portugal estava prestes a ser o farol de um futuro alvissareiro.

Publicado em 2008 pela Editorial Teorema, Lisboa, Portugal.

(Para baixar gratuitamente em PDF é só clicar no título, mas se quiser adquirir exemplar impresso, na Fnac está em promoção.)





O homem que "teimava" em não ser feliz.

Um pouco de tudo sobre o café (história, curiosidades, receitas, músicas, poemas, pinturas, simpatias...) inserido num romance que aborda um bom "pedaço" da História do Brasil.
Júlio perde o emprego ao tempo em que Pearl Harbour é atacada. Seu único bem é um terreno na serra para onde costuma fugir do calor e da correria do Rio de Janeiro. Seu amigo Ademir sugere que ele invista no café da sua roça, que é tido como de ótima qualidade. E que não se preocupasse com a quebra do café na Bolsa de Nova Iorque pois que para o sofisticado, o luxo, o caro, não há crise. Ademir se propõe a ajudar a distribuir no Ministério que trabalha e em outros órgãos aproveitando-se dos bons relacionamentos que tem. Orienta Júlio para que ele contrate trabalhadores oriundos do Eixo, antevendo a entrada do Brasil na guerra. Uma família Alemã e uma Italiana são recrutadas com a promessa de uma ajuda de custo até que a produção comece a ser escoada. O Brasil declara guerra ao Eixo e Júlio diz aos trabalhadores que não pode mais pagar a ajuda de custo e que eles podem ir embora, mas lembra-lhes que são considerados inimigos e que, lá fora, a vida não lhes será fácil. Porém, se quiserem podem ficar e que continuem plantando para o sustento e fornecendo-lhe o café que já estava sendo servido até no Palácio do Catete. Assim Júlio tem uma mão-de-obra escrava e ainda posa de bom mocinho. Mas, mesmo a contragosto de Júlio e Ademir, a guerra acaba e as relações de trabalho têm que ser revistas já que os trabalhadores haviam se organizado em cooperativa.

Edição de cem exemplares pela ULLA (União Lusófona Letras e Artes), Lisboa, 2009.

Edição comemorativa dos trinta e três anos de vida artística do autor. Trinta e três exemplares oferecidos aos primeiros da fila. Edição de autor. Rio Branco, AC, 2010.


(Pode baixar gratuitamente clicando no título, mas, se deseja a versão impressa, CLICAQUI.) 





Zezinho reencontra o antigo ídolo das noitadas punk da adolescência e acaba por ser contratado para tomar conta do amigo que se encontra doente, em estado catatônico. Zezinho procura os lugares e as emoções antigas para tentar resgatar pelo menos uma das duas personalidades do amigo.

Edição de mil exemplares assinados e numerados à mão, patrocinados pelas personagens e sob a chancela das editoras Pangea e Teorema. Lisboa, 2004.

Para baixar de graça é só clicar no título, mas se quer adquirir um exemplar, tem na Livraria Sidarta.






Em CAFEOPEIA, os autores Mané do Café e Edison Nequete contam a saga do café em versos decassílabos e redondilhas, entremeados por ilustrações feitas a café e cantigas originais. Uma obra para todos os amantes do café, colecionadores e não colecionadores. 

Editora Sapere, Rio de Janeiro, 2013.





A rocambolesca vida do Padre Emílio contada em divertidas crônicas. Mais que isto, não adianta falar, que não vão acreditar mesmo... O melhor é ler o livro.

(Para baixar gratuitamente, é só clicar no título, mas se quiser adquirir a versão impressa, há duas opções: AQUI, com lombada e AQUI, em brochura, que é mais em conta.)





(Roteiro cinematográfico em castelhano)


LOGLINE


Mujer que hizo un gran éxito como cantante, pero se encuentra en declínio, se hace pasar por un travesti que hace la imitación de ella misma.


SINOPSIS

La historia se sitúa temporalmente entre los años 1960 y pocos hasta 1994-95.  La acción se desarrolla en Madrid, fundamentalmente, aunque hay una incursión en Bilbao.

Tiene una estructura circular, empezando por el final, es decir, a mediados de los 90 en un club nocurno de Madrid. Ya en las primeras secuencias, vamos a dislocarnos treinta años atrás, y la acción seguirá un ritmo lineal hasta volver, al final, al momento del principio.

Com ello se traza una trayectoria que es la de la protagonista. Ésta va a adquirir diversos nombres a lo largo de la historia. Desde niña en un barrio de chabolas en la capital (Maria Concepción), pasando por cantante de éxito fulgurante y efimerísimo (Sara Magal), retornando durante un lapso de tiempo, en la vida civil a Maria Concepción, y, posteriormente, por azares del destino, convertida en la travesti Sarita Montez, imitándose a sí misma, a la Sara Magal del éxito fulgurante.

Nos encontramos aquí con un melodrama en clave de comedia de una historia enreversada y muy humana. Jugando con el equívoco de su identidad sexual (el nombre del guión lo refleja), los avatares de la protagonista van dando la medida de esos cambios de la sociedad española a lo largo de los años. Pero más que una crónica, resulta una comedia que refleja la capacidad del ser humano de adaptación ante las circunstancias difíciles, así como de las relaciones humanas que se crean en el camino.

El eje de la identidad sexual de la protagonista, traumatizada en su infancia por un acontecimiento decisivo, y con la cotidiana necesidad de sobrevivir, los personajes que la rodean, todo irá evolucionando hacia un “final feliz” y bastante atípico.

La España de las chabolas, de Joselito y Marisol, de la transición democrática, de comienzo de los graves problemas del País Vasco, de la explosión que significa la “movida madrileña” en los usos y costumbres de los españoles, quedan reflejados a través del itinerario de nuestra protagonista.

Tampoco falta su elemento “surrealista”, como es la historia de la planta. No en balde el escritor de la historia es brasileño. La planta aporta una dimensión casi fantástica (y muy visual, de gran riqueza plástica) de las vueltas y revueltas de la psique confundida de la protagonista, de sus dudas e incertezas en el oscuro mundo del sexo que se dibuja al fondo de la historia. También los espejos juegan un papel importante en esa dimensión. 






Texto teatral adaptado do conto homônimo de Jack London.
Publicado no Jornal A Nova Democracia, Rio de Janeiro, 2003.
Apresentação de José Moreira Chumbinho.





Conto publicado na revista Via Latina, número 12 - VI série, Secção de Jornalismo da Associação Académica de Coimbra, Coimbra, Portugal. 2015.  





Dom Sebastião, o reizinho desejado, está vivo. 

Uma fantasia aventuresca conta como o rei sobreviveu até aos dias de hoje não só através da lenda. 

Um grupo de bandoleiros resgata um sobrevivente da batalha de Alcácer-Quibir. Um jovem sem memória, mas sagaz e que logo se torna o líder dos bandidos até partir para novas andanças, sempre se destacando dos demais pela capacidade de liderança. Encontra-se com os últimos remanescentes da Atlântida e estes é que lhe vão dar um novo e duradouro destino. Parte para o Brasil onde o Boi dos folguedos é a sua reencarnação. Mas será que ele vive só nas lendas?!

Edição caseira reduzidíssima só para os colecionadores.




Nascida algures no Norte de  Portugal, adotada por uma família de Lisboa onde vive até ao casamento quando migra para o Brasil. No Rio de Janeiro começa a ser maltratada pelo  marido, desempregado e entregue ao vício da bebida. Engorda devido a um distúrbio glandular de origem nervosa. Quanto mais o  marido lhe fazia raiva, mais ela engordava até que com um solavanco partiu a espinha ao homem. Na prisão faz amizade com uma professora de artes também condenada pela morte do marido e esta lhe ensina os segredos do desenho e da pintura. Começa a desenhar compulsivamente dando origem a um diário pictórico que sempre a acompanhou. Retorna a Lisboa e tenta a vida como prostituta e como empregada doméstica. Vive maritalmente com um aficionado do futebol, do fado e das noitadas até que este foge para a França. Sozinha, começa a se interessar pelos problemas dos vizinhos e ajudá-los. Aos setenta e cinco anos de idade, os seus desenhos são tornados públicos em exposições em Portugal, França e Brasil.

"A vida vale sempre ser vivida e marido bom é marido morto."

Dona Peta manteve um diário pictórico desde que começou a desenhar para ocupar o tempo na cadeia onde cumpria pena pela morte do marido. Para conhecer sua obra, clique na imagem.


Edição incinerada. Rio Branco, AC, 1985. Restaram uns poucos exemplares em mãos de colecionadores.









Esquete cômico.





Contos e crônicas. Editado pela Academia da Edição, Lisboa, 2000.
Aqui, por ora, o conto que dá título ao livro. 





Edição da Fundação Cultural do Estado do Acre, Rio Branco. 198(?). 
Aqui, por ora, falta alguns poemas.


“Jorge Carlos, dinâmico ator e diretor de teatro, também escreve. É muito fácil encontrá-lo pelas ruas da cidade com um livreto debaixo do braço, procurando algum comprador ou lendo para quem quiser escutar o seu último trabalho em cordel.”


(in jornal Folha do Acre, Rio Branco, 29 de outubro de 1983.)

 Só tem, por ora, os versos de Transformações.








Um auto de Natal ecológico.
Inédito.





Um dos contos da Colecção Mais Cinco Pintores, que se fazia fotocopiada para se pagar as contas extras do Tejo bar. Lisboa, 2000.
Os contos da coleção fizeram parte de "O Ladrão de Sonhos".







O café foi a inspiração e o principal motor deste trabalho onde as letras C, A, F e E, que na nomenclatura musical anglo-saxónica representam as notas Dó, Lá, Fá e Mi, também serviram de tema dando origem a um Prelúdio e Fuga, um Cânon, uma Fantasia e até um toque de campainha compostos num café, que é o sítio onde se toma café e as ideias circulam.

Coffee was the inspiration and the primary motivation of this work.
In Portuguese the word for coffee is precisely composed by the letters C, A, F and E, which under the Anglo-Saxon musical notation refers to the tones Do, La, Fa and Mi, used as the theme that bloomed into a Prelude and Fugue, a Canon, a Fantasy and even a doorbell melody composed in a café – the place to drink coffee and let yours ideas flow.

Tejo bar - Lisboa, 2006





Traduzido por Ana Márquez.

Edição pirata de tiragem estimada em 80 exemplares feita por estudantes do Erasmus, sob um selo fantasma, em Lisboa, em 2005.


...E A GENTE BRINCAVA ASSIM




Brincando com arte

... e as crianças faziam arte brincando. Mané do Café puxa da memória brincadeiras que existem só nos corredores do tempo, emudecidas em preto e branco, visitadas por aqueles poucos que lhe deram vida. De um mundo que não imaginava computador, nem celular, nem tablet, os ecos de uma alegria pura, inocente casam-se com rimas e ritmos do cordel. É a voz de Stélio, completando a parceria em que a palavra e a imagem dão nova cor a uma tradição que não pode deixar de ser celebrada.

A pintura a café e a literatura de cordel brincando com a memória e a imaginação de grandes e pequenos.


Jugando con arte

... y los niños hacían arte jugando. Mané del Café saca de la memoria juegos que existen solo en los corredores del tiempo, enmudecidas en  blanco y negro, visitadas por aquellos pocos que le dieron vida. De un mundo que no imaginaba computador, ni celular, ni tableta, los ecos de una alegría pura, inocente  se casan con rimas y ritmos del cordel. ES La voz de Stélio, completando la asociación en que la palabra y la imagen dan nuevo color a una tradición que no puede dejar de ser celebrada.

La pintura con café y la literatura de cordel jugando con la memoria y la imaginación de grandes y pequeños.

QOMUNIQASSÃO I ESPRESSÃO



Fundação Cultural do Acre, Rio Branco, AC, 1984.

(falta o miolo)





Texto teatral, em um ato. (Inédito)





Seleção de fados organizada juntamente com Eliana Castela para oferecer ao Restaurante Tribuna, do amigo Jaime Alves.
Apenas um exemplar foi impresso.
Aqui, disponibilizamos a matriz.






A vida de um escritor compulsivo que só conhecia o mundo através da literatura. Sem saber fazer mais nada na vida para além de ler e escrever vê-se à beira da miséria quando perde as pessoas que lhe sustentavam. Um romance repleto de aventuras produzido por várias pessoas que acharam que a história de vida do escritor seria mais interessante que os seus escritos.

Para adquirir um exemplar encadernado, clique AQUI.





Quando, pela primeira vez, os americanos se viram representados por um negro, foi um Deus nos acuda!

Hipotética terceira luta entre o campeão de boxe alemão, Max Schmeling e o campeão americano, Joe Louis. 




Conto. Publicado na Revista Itinerâncias, LeV (Literatura em viagem), Matosinhos, Portugal, 2008. Também faz parte da coletânea O Ladrão de Sonhos.

2 comentários:

RONALDO RHUSSO disse...

Minino!!! É muitu livru!!!! Cansei só di lê a cuantidadi di títulu!!! Iêpa!!!!

Alexander Perandin Moreira disse...

Poderoso Mané do Café! Sou seu fã de carteirinha!